domingo, 27 de janeiro de 2019

A importância da família nas terapias

Nas férias, muitos primos, irmãos e familiares participam das terapias!

É muito legal quando a família participa, nós estimulamos demais isso. Ao participar das atividades, o familiar entende melhor os desafios e as dificuldades da criança com deficiência. Além disso, o familiar se torna mais ativo no processo terapêutico.

São diversos os benefícios:

- Interfere de forma positiva no desenvolvimento;

- Estimula a interação, a comunicação e a criatividade;

- Atua como agente motivador e encorajador;

- O familiar tem a oportunidade de aprender como ajudar nas atividades diárias;

- Promove a confiança mútua;

- Traz o familiar para o universo do paciente;

- Permite ao terapeuta conhecer um pouco mais sobre a dinâmica da família;

- Fortalece o vínculo;

- Cria um ambiente favorável à troca e ao conhecimento.

- Promove diversão e muitas alegrias!




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Rua Humberto I, 236 - 2º e 3º andares ㅤ
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sábado, 26 de janeiro de 2019

Fisioterapia na Síndrome de Down

Olívia explorando o espaço, as possibilidades de seu corpo, as ações e reações, as sensações sensoriais e se divertindo muito!
A terapia com criança não tem como ser de outra maneira!
É justamente a sensação de que ela realmente pode se movimentar sem restrições ou limites que vai motivá-la a querer mais. Durante os movimentos ela está se autoconhecendo, se ouvindo e descobrindo novos sons e movimentos.
É através de um planejamento terapêutico personalizado, com situações de estimulação livre, dirigidas e adaptadas às necessidades de cada paciente que as melhores respostas aparecem.



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quinta-feira, 24 de janeiro de 2019

Microcefalia e intervenção precoce

Microcefalia - a importância da estimulação precoce e do envolvimento da família no processo terapêutico. 
A família tem papel importantíssimo neste processo. Aqui no GRHAU nós orientamos os pais a continuarem os estímulos em casa. Eles acompanham a terapia e recebem orientações específicas para as necessidades de seu filho a respeito de posturas e estímulos que devem ser realizados em casa.
No vídeo vocês podem ver a Maria, 10 meses, com diagnóstico de microcefalia, em dois momentos - durante as terapias aqui na GRHAU e em casa, na piscina de bolinhas treinando controle de tronco e cervical, e com a ajuda da mãe, aprendendo a rolar. Em uma das terapias, temos a participação de duas Fisioterapeutas e de uma Fonoaudióloga, mostrando que o trabalho em conjunto proporciona os melhores resultados para o paciente.
Os bebês com microcefalia precisam passar por uma rotina de consultas médicas, exames e avaliações para determinar o nível de comprometimento cerebral, visual, auditivo, motor, entre outros. Além disso são submetidos desde os primeiros dias de vida à intervenção de Fisioterapeuta, Fonoaudiólogo e, em alguns casos, Terapeuta Ocupacional.
A estimulação precoce engloba todos estes estímulos e cuidados para promover o desenvolvimento motor e cognitivo, dentro de um programa de atuação interdisciplinar. O início precoce das terapias é fundamental para o futuro do bebê com microcefalia.
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sexta-feira, 3 de agosto de 2018

Infusão intratecal de baclofeno - principais indicações

A infusão intratecal de baclofeno ou bomba de baclofeno é um método de neuromodulação indicado para melhora de pacientes com espasticidade.

A bomba de baclofeno pode ser testada em pacientes que já tomam o baclofeno via oral e não obtiveram a melhora esperada ou mesmo que tiveram dificuldade em aumentar a dose via oral devido aos efeitos colaterais. 

O baclofeno via oral tem baixa absorção e chega muito pouco onde deveria.

Os principais benefícios da bomba de baclofeno são:  

🔸Melhora da espasticidade;
🔸Diminuição de movimentos involuntários, principalmente em pacientes distônicos;
🔸Ganho de peso devido à economia do gasto energético decorrente da espasticidade;
🔸Ganhos globais.

O procedimento é feito pelo Neurocirurgião e pode ser realizado em pacientes a partir de 3 anos.

Acesse nosso site, leia nosso blog!

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sexta-feira, 27 de julho de 2018

GMFM e GMFCS - a diferença entre as duas escalas de avaliação

GMFM

O GMFM (Gross Motor Function Measure ou Mensuração da Função Motora Grossa) é um instrumento que foi desenvolvido para avaliar as alterações na função motora grossa de crianças com paralisia cerebral.

É uma escala avaliativa e um instrumento de avaliação quantitativo.

A avaliação da função motora grossa é essencial para monitorar e acompanhar o desenvolvimento dos pacientes.

Embora o GMFM tenha sido projetado e validado para crianças com paralisia cerebral, há evidências de que também é válido para avaliação de crianças com síndrome de Down.

Os terapeutas utilizam o GMFM para:

• Monitorar o desenvolvimento do paciente;

• Auxiliar na definição de metas e no planejamento terapêutico;

• Avaliar o resultado das terapias.

Para quem é indicado:

Para avaliar crianças entre 5 meses e 16 anos em qualquer nível motor.

Como é feita a avaliação:

O Fisioterapeuta pedirá para a criança completar uma série de atividades motoras grossas de acordo com a idade e as habilidades de cada paciente.

O GMFM avalia 5 áreas de habilidade motora:

• Deitar e rolar;
• Sentar;
• Rastejar e engatinhar;
• Ficar em pé;
• Andar, correr e pular.

GMFCS

O GMFCS (Gross Motor Function Classification System ou Sistema de Classificação da Função Motora Grossa) é uma escala de classificação de desempenho da criança baseada no movimento iniciado voluntariamente pelo paciente, com ênfase no sentar, nas transferências e na mobilidade, e determina em qual nível funcional se encontram as crianças com paralisia cerebral.

A escala GMFCS está dividida em 5 níveis funcionais:

Nível I: anda sem limitações

Nível II: anda com limitações

Nível III: anda utilizando algum destes recursos: bengalas, muletas e andadores anteriores e posteriores que não apoiam o tronco durante a marcha.

Nível IV: auto-mobilidade com limitações, pode utilizar cadeira de rodas motorizada.

Nível V: é transportado em cadeira de rodas manual.


Depois dos 7 anos a criança não responde mais às terapias? Mito!

Até bem pouco tempo atrás acreditava-se que a partir dos 7 anos de idade a criança com deficiência não respondia mais aos estímulos das terapias, desestimulando muitas famílias e o próprio paciente.

A Neuroplasticidade, também conhecida como plasticidade neuronal, mudou este cenário e mostrou algo que já sentíamos na prática: quando as terapias seguem em um processo contínuo e o paciente se mantém ativo e motivado, o desenvolvimento continua acontecendo e os ganhos aparecendo.

Aqui no GRHAU fazemos os intensivos de Therasuit em crianças, jovens e adultos, e quando o paciente tem indicação para o tratamento, os resultados muitas vezes são surpreendentes, até mesmo em pacientes adultos!

A Neuroplasticidade é a capacidade do sistema nervoso de mudar, adaptar-se e moldar-se em nível estrutural e funcional ao longo do desenvolvimento neuronal e quando sujeito a novas experiências e novos estímulos.



Live com a Dra Patricia Dastoli, Neurocirurgiã, sobre Mielomeningocele

Live com a Dra Patricia Dastoli - Neurocirurgiã. Falamos sobre novidades a respeito da Mielomeningocele, cirurgia a céu aberto, derivação ventricular e hidrocefalia

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