sexta-feira, 21 de abril de 2017

Porque você deve se preocupar com o posicionamento correto

Uma parte importante do trabalho de reabilitação/habilitação é o posicionamento.
Durante as terapias trabalhamos muito para deixar o tônus muscular o mais próximo possível do normal e também estimulamos o alinhamento correto. Todo esse trabalho pode ter melhores resultados quando a criança tem um posicionamento adequado na cadeira de rodas, na cadeira de carro, no sofá, em cantinhos de posicionamento, e etc. É isso que vai ajudar a prevenir o aparecimento de problemas ósseos, encurtamentos e até ajudar na respiração e na deglutição.
Além disso, um posicionamento incorreto pode causar dores e desconforto para criança.
Prevenir é o melhor caminho!


Inclusão escolar: o momento da avaliação

Já estamos no meio do semestre, momento ideal para avaliar tudo o que foi proposto no início do ano em relação à inclusão escolar e fazer os ajustes, caso necessário.
Alguns pontos devem ser analisados:
Mobiliário escolar: está adequado e confortável? Há mesa e cadeira adaptadas? Como está o posicionamento?
Conteúdo pedagógico: está adaptado para as necessidades da criança? As provas são adaptadas? Estão sendo feitas avaliações de desempenho cognitivo e social? A criança entende o conteúdo? Se comunica corretamente?
Atividades escolares: a criança participa ativamente de todas as atividades (festas, passeios, recreio, esportes, peças de teatro, etc)? As atividades estão adaptadas?
Recursos de tecnologia assistiva: a criança utiliza corretamente esses recursos? A escola sabe utilizá-los? Os recursos estão adequados?
Enxergar a criança como um todo significa oferecer as terapias corretas e também pensar no ambiente escolar adequado.
Adaptar, promover o acesso e se comprometer com a inclusão são atitudes que fazem toda a diferença para o desenvolvimento das potencialidades de cada criança.


segunda-feira, 10 de abril de 2017

A indicação do Therasuit na mielomeningocele

Os benefícios do Therasuit para crianças com mielomeningocele.
Atendemos muitas crianças com mielo e fazemos sempre uma avaliação específica e minuciosa, que visa detalhar os deficits e tudo que deve ser trabalhado intensamente. Após a avaliação elaboramos um planejamento individual para que todas as capacidades sejam adequadamente estimuladas.
O programa intensivo do Therasuit promove melhoras motoras globais e específicas, como:
• Fortalecimento muscular;
• Melhora do controle de tronco;
• Mais segurança para realizar atividades com independência;
• Melhora do equilíbrio;
• Melhora da sensibilidade;
• Função de pernas e pés.

quarta-feira, 5 de abril de 2017

Quantos intensivos de Therasuit são necessários?


Quando a criança faz um intensivo de Therasuit, seguimos com todas as orientações para que o tratamento tenha continuidade, seja aqui na clínica, com outros terapeutas ou na cidade em que reside. A troca de informações entre os terapeutas é fundamental para dar continuidade aos ganhos alcançados e alinhar os objetivos para o próximo intensivo.

É importante enxergar o Therasuit como estratégia de reabilitação.

A criança apresenta muitos ganhos durante o intensivo e precisamos pensar em dois objetivos - manter os ganhos e continuar estimulando o desenvolvimento.

É dessa forma que conseguimos acelerar os ganhos, mantê-los e planejar novos desafios, explorando completamente todo o potencial de cada paciente.

Geralmente, são feitos de 2 a 4 intensivos de Therasuit por ano, depende muito de cada criança, do estágio em que se encontra e da necessidade de mais intensivos ou mesmo de outras abordagens terapêuticas, ou seja, cada caso é um caso e é avaliado individualmente. Este número anual é apenas uma média.

segunda-feira, 3 de abril de 2017

Atendimento sequencial de fisio e fono



A motricidade oral também está ligada ao quadril, tronco e pescoço. Quando não há controle adequado de tronco e cervical, a criança pode ter mais dificuldades para ser alimentada.
Como estratégia conseguimos otimizar os resultados da sessão de fono quando programamos a fisio antes, para trabalhar especificamente essas regiões, ou seja, as terapias se somam e se completam - uma é facilitadora da outra.
Por exemplo, quando a criança apresenta um padrão extensor forte, geralmente a língua também apresenta esse padrão e a criança tem dificuldade para fazer movimentos laterais com a língua, movimentos estes, importantes para que ela consiga passar o alimento de um lado a outro da boca e mastigar corretamente.
Nesses casos trabalhamos na fisio com dissociação de quadril e controle de tronco e cervical para que ela chegue mais organizada na sessão de fono e possa responder melhor aos estímulos orais específicos.

domingo, 2 de abril de 2017

Dia Mundial de Conscientização do Autismo

É apenas uma maneira diferente de ver o mundo, com um jeito especial de ser e sentir!
"Ensina-me de várias maneiras, pois sou capaz de aprender." Cíntia Leão Silva.

sexta-feira, 31 de março de 2017

Recursos terapêuticos que auxiliam nas posições durante a fisio

Um recurso simples e que utilizamos muito nas terapias são as argolas, que são leves e fáceis para que a criança segure.
A criança que tem dificuldade para se equilibrar ou que apresente algum problema sensorial, precisa de uma referência para sentir o seu corpo em relação ao espaço que ocupa. Quando ela segura a argola e se organiza sensorialmente, conseguimos mantê-la em posição sentada (por exemplo) por muito mais tempo.
Com a organização motora e sensorial, ela se percebe mais, percebe o espaço que ocupa no ambiente e as forças que necessita para se manter na posição.
Com repetição, intensidade e frequência de estímulos corretos, a criança poderá melhorar as posturas.
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