quinta-feira, 14 de julho de 2016

Governo priorizará família de criança com microcefalia no Programa Minha Casa, Minha Vida

O governo federal anunciou nesta quinta-feira (14) que vai priorizar a inclusão de famílias que tiverem crianças com microcefalia no programa habitacional Minha Casa, Minha Vida.
O anúncio foi feito pelo ministro das Cidades, Bruno de Araújo, durante cerimônia no Palácio do Planalto.
“É com satisfação que, atendendo a uma orientação do presidente da República, neste momento em que o país, e de modo especial a região nordeste, sofre com a zika e com o surto epidemiológico de microcefalia, que o Ministério das Cidades, dentro das prioridades de atendimento de acesso a este programa [Minha Casa, Minha Vida], na faixa 1, passa a estabelecer dentro das prioridades já existentes a prioridade máxima às famílias que tenham tido filhos portadores de microcefalia”, informou o ministro.
Ricardo Barros, Ministro da Saúde, explicou que as famílias que tiverem crianças com microcefalia serão dispensadas do sorteio para escolher quem será beneficiado com uma moradia. Ele disse ainda que, mesmo que a causa da microcefalia da criança não seja o vírus da zika, a família poderá ser priorizada.
Conforme o ministro das Cidades, Bruno Araújo, a medida anunciada no Palácio do Planalto valerá para as famílias que se enquadrem na chamada "Faixa 1" do programa, que atualmente prevê a renda familiar máxima de R$ 1,8 mil por mês.
Fonte: G1 

Por que ficar em pé?


segunda-feira, 11 de julho de 2016

Pessoas com deficiência estarão livres de impostos na compra de eletrônicos

Comissão isenta deficientes de pagar IPI na compra de tablets e celulares
Relatora incluiu no texto a isenção do Imposto de Importação e estendeu o benefício a todas as pessoas com deficiência

 A Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência da Câmara dos Deputados aprovou proposta que isenta as pessoas com deficiência do pagamento de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e do Imposto de Importação (II) na compra de computadores pessoais, smartphones, tablets, notebooks, modems e acessórios, importados sem que exista algo similar produzido no Brasil. Pelo projeto (PL 1685/15), do deputado Aelton Freitas (PR-MG), a isenção é concedida a cada dois anos.

A comissão acatou substitutivo apresentado pela relatora, deputada Zenaide Maia (PR-RN), que reuniu em seu texto dispositivos do PL 1685/15 e de seu apensado (PL 1949/15), de autoria do deputado Aureo (SD-RJ). Um desses itens constantes na proposta apensada é a isenção do Imposto de Importação, que não estava prevista no projeto original.

Zenaide Maia: é inegável o mérito de iniciativas que facilitem a vida das pessoas com deficiência, garantindo acesso às tecnologias.

Em seu parecer, a relatora alterou a definição das pessoas com deficiência aptas ao benefício. De acordo com Zenaide Maia, a isenção é destinada a pessoas com deficiência que tenha impedimento de longo prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial. Zenaide manteve, no entanto, a atribuição da Receita Federal de verificar a adequação do requerente.

Para a relatora, o projeto proporciona melhor condição para que as pessoas com deficiência possam ter acesso a equipamentos eletrônicos que os auxiliarão nas tarefas rotineiras e profissionais.

"Inegável é o mérito de iniciativas que visem facilitar a vida das pessoas com deficiência, garantindo-lhes acesso às tecnologias e melhor qualidade vida, protegendo tão importante direito, intimamente vinculado ao desenvolvimento pessoal ", afirmou.

Especificações
O projeto estabelece a isenção do imposto para a compra dos seguintes produtos, baseados nas especificações da tabela Tipi (Tabela de Incidência do Imposto sobre Produtos Industrializados), da Receita Federal:

telefones celulares do tipo smartphone, que possibilitem o acesso à internet em alta velocidade;
roteadores digitais, em redes com ou sem fio;
computadores com exclusivamente uma unidade de processamento digital, um monitor, um teclado, um mouse, com valor inferior ou igual a 12,5 mil dólares por unidade;
teclado e mouse classificados, respectivamente, quando acompanharem a unidade de processamento digital e valor inferior ou igual a 12,5 mil dólares por unidade;
aparelhos de tecnologia celular para recepção, conversão, emissão e transmissão ou regeneração de voz, imagens ou outros dados;
máquinas automáticas para processamento de dados, portáteis, sem teclado, que tenham uma unidade central de processamento (CPU) com tela sensível ao toque de área superior a 140 cm² e inferior a 600 cm² e que não possuam função de comando remoto (tablet PC);
unidades de processamento digital de pequena capacidade, baseadas em microprocessadores, com capacidade de instalação, dentro do mesmo gabinete, podendo conter múltiplos conectores de expansão (slots), e valor inferior ou igual a 12,5 mil dólares por unidade;
notebooks de peso inferior a 3,5Kg, com teclado alfanumérico e com tela de área superior a 140 cm² e inferior a 560 cm².
Tramitação
O projeto, que tramita em caráter conclusivo, será votado ainda pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

ÍNTEGRA DA PROPOSTA:

PL-1685/2015
PL-1949/2015
Reportagem – Vinícius Cassela
Edição - Adriana Resende

Fonte: 'Agência Câmara Notícias'

Gastrostomia - Quando é o melhor caminho.

A gastrostomia é um procedimento cirúrgico em que uma sonda é colocada no estômago para que o paciente receba a alimentação.
A gastrostomia é indicada em casos de pacientes que possuem muita dificuldade para ingerir alimentos e líquidos (disfagia), para prevenir desnutrição e desidratação, além disso, a disfagia também pode causar problemas pulmonares através da aspiração de alimentos, líquidos ou mesmo da própria saliva.
A equipe que sugere a gastrostomia envolve o fonoaudiólogo, o gastropediatra e o pneumologista.
Muitas famílias relatam que todos os receios e medos passam logo após o procedimento, quando percebem que a criança começa a ganhar peso, consegue receber a quantidade de líquido necessária, dorme melhor e fica muito mais disposta para a rotina de terapias e demais atividades diárias.
O programa terapêutico após a cirurgia deve ser revisto pela equipe, pois o sistema orofacial deve ser cuidado para evitar desvios de postura oral, atividade respiratória e manutenção do melhor padrão de deglutição da saliva.
Em alguns casos, a gastrostomia é definitiva, e em outros temporária.

quarta-feira, 6 de julho de 2016

Meu filho não dorme, e agora?

Meu filho não dorme.

Muitas mães de crianças com deficiência relatam que os filhos têm muita dificuldade para dormir a noite. Essa irregularidade afeta a qualidade de vida da criança e da família, e interfere diretamente nos resultados das terapias.

Uma boa noite de sono repõe as energias e é importante para assimilação de todo conteúdo vivido durante o dia.

Muitos fatores podem sem a causa das noites mal dormidas, dentre eles:

• refluxo;

• distúrbios neurológicos;

• excesso de estímulos;

• dor muscular (alta exigência muscular ou espasticidade);

• problemas ortopédicos, como por exemplo luxação de quadril;

• dor de estômago (algumas medicações, como por exemplo o anticonvulsivo, podem causar essas dores);
• estresse;

• condições que tornam a respiração difícil;

• comer muito, antes de dormir;

• poluição luminosa: é importante também uma diminuição dos estímulos luminosos para um repouso adequado;

• temperatura corporal: Algumas crianças têm distúrbios de regulação térmica, alguns sentem muito calor, outros muito frio. Às vezes as crianças ficam muito agasalhadas e sentem calor, e vice versa;

• horário da medicação: algumas medicações podem deixar a criança sonolenta ou mais agitada, rever os horários pode ajudar!

O que fazer?

Fazer uma avaliação profunda dos vários fatores citados, discutir com os terapeutas e médicos da criança. Muitas vezes é necessário fazer exames específicos para avaliação do sono.

sexta-feira, 24 de junho de 2016

Fisioterapia respiratória: prevenir é o melhor caminho!


Crianças com disfunção neurológica apresentam alteração de tônus muscular e pouca mobilidade, esse desequilíbrio muscular gera alterações na mecânica respiratória levando a complicações pulmonares. A pouca mobilidade dificulta a expansibilidade do tórax, e assim, o fluxo de ar dentro dos pulmões é comprometido e não se tem uma troca efetiva. A tosse nem sempre é eficaz e a expectoração nem sempre acontece.

No frio, os problemas respiratórios são mais recorrentes e a fisioterapia respiratória é uma forte aliada para prevenir e tratar as doenças respiratórias, diminuindo o uso de remédios e as internações.

Ter uma boa respiração é essencial para que a criança se alimente bem, durma melhor e tenha bom rendimento nas terapias, na escola e nas atividades diárias. Além disso, há muitos outros benefícios como a melhora da circulação, o relaxamento muscular e a melhora da qualidade de vida.


Associar a fisioterapia respiratória à rotina de terapias e fazer a higienização adequada das vias aéreas com soro fisiológico são formas de prevenir os problemas respiratórios e contribuir para a melhora das respostas globais!

quinta-feira, 16 de junho de 2016

Dúvidas de mãe especial - qual caminho seguir?

Muitas famílias se sentem perdidas em relação ao tipo de tratamento que devem seguir, quais os melhores métodos, as melhores abordagens e os melhores recursos. Isso é compreensível já que todos querem fazer o melhor pelos filhos e extrair os melhores resultados das terapias. Porém há algumas dificuldades em todo esse processo, há muitas dúvidas e muita insegurança e em alguns casos e, por excesso de tentativas, o oposto acaba acontecendo, a criança fica sobrecarregada e começa a não responder aos estímulos.

É muito importante que a família tenha consciência do quadro da criança, conheça seus pontos fortes e também seus pontos fracos, pois para cada caso há uma abordagem que trará resultados mais satisfatórios.

Antes de falarmos de métodos, precisamos estar atentos à experiência das terapeutas, aos cursos que concluíram, à constante atualização profissional, aos anos de prática e de atuação. Consideramos o conceito neuroevolutivo Bobath a base de tudo, porém não é somente isso, há muitos outros cursos de formação, especialização e treinamento para uso de recursos, como por exemplo a plataforma vibratória, a eletroestimulação, a gaiola de atividades, dentre muitos outros. É esse olhar experiente que vai fazer a diferença no resultado de todo o trabalho de reabilitação/habilitação.

As crianças com deficiência possuem padrões neurológicos que vão desde a hipotonia, distonia e também a hipertonia, o trabalho do terapeuta é fazer os manuseios corretos para que esse padrão se aproxime do normal; é como uma "briga" entre o cérebro que dá os comandos de um padrão incorreto, e os manuseios do terapeuta, que conduz os movimentos para o padrão correto, com a intensidade do estímulos corretos, o cérebro vai encontrando caminhos (sinapses) para chegar o mais próximo possível do padrão correto. Por isso que nos intensivos de Therasuit trabalhamos com Intensidade, frequência é repetição, de forma que os resultados aparecem com mais rapidez. Após os intensivos é necessário seguir a mesma linha de abordagem terapêutica para que os ganhos sejam mantidos.

Quando não há a interação de toda a equipe de reabilitação, e cada um executa seu trabalho isoladamente, os resultados podem ser comprometidos, mesmo porque, muitas vezes, uma área complementa outra e alguns atendimentos são feitos em conjunto, como por exemplo, fisioterapeuta atendendo com terapeuta ocupacional, para que os objetivos globais sejam atingidos.

A orientação de quais terapias fazer, qual a frequência e qual o método a ser utilizado, deve ser feita de forma multidisciplinar, após uma minuciosa avaliação. Quando esse trabalho é feito em conjunto, a família recebe mais orientações sobre como tudo está evoluindo e fica mais tranquila quanto aos estímulos corretos, métodos e recursos que estão sendo utilizados objetivando explorar todos os potenciais de cada criança e assim melhorar as respostas para sua evolução.

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