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domingo, 27 de janeiro de 2019

Habilidade motora fina e a criança com deficiência

A motricidade fina é a capacidade de realizar movimentos precisos com as mãos e com os dedos, alcançando, agarrando ou manipulando objetos.
Várias ações estão envolvidas neste processo:

✔️Alcançar objetos;

✔️Segurar e transferir um objeto de uma mão para outra;

✔️Soltar intencionalmente um objeto;

✔️Usar as mãos ao mesmo tempo (bilateral) para realizar uma atividade;

✔️Pegar o lápis e ajustá-lo com a mão para conseguir escrever ou desenhar;

✔️Realizar com destreza pequenos movimentos com nossas mãos, de forma precisa, eficiente, com acuidade e sem esforço.

Para a criança com deficiência, todas estas atividades podem ser um verdadeiro desafio e até mesmo comprometer o desempenho escolar e das demais atividades que realiza. Este estímulo deve começar desde cedo pois está atrelado ao desenvolvimento motor global.

O profissional responsável por esta área é o Terapeuta Ocupacional. Aqui no GRHAU nós fazemos muitos atendimentos em conjunto – Fisioterapeuta + Terapeuta Ocupacional – enquanto o Fisio trabalha controle postural e função motora global, o Terapeuta Ocupacional trabalha habilidades motoras finas e função.





🔅GRHAU Therasuitㅤ
Rua Humberto I, 236 - 2º e 3º andares ㅤ
Vila Mariana / SPㅤ
(11) 5579-7909ㅤ
www.grhau.com.br

sábado, 17 de março de 2018

As reações comportamentais e a terapia de integração sensorial


A maioria das crianças com paralisia cerebral apresenta também déficits sensoriais que impactam no comportamento, no sono e nas demais atividades diárias.
Aqui estão alguns exemplos:
  • Reações emocionais excessivas, como choro ou grito;
  • Ansiedade;
  • Dificuldade para dormir;
  • Falta de atenção e concentração;
  • Desconforto em situações, ambientes e com pessoas novas.

Muitos pais ficam perdidos e não sabem que há tratamento especializado!
O diagnóstico deve ser feito por um Terapeuta Ocupacional, que além de avaliar a criança vai propor, se necessário, um planejamento terapêutico para trabalhar estes aspectos.
A Terapia de Integração Sensorial ajuda a criança a se organizar sensorialmente aos estímulos externos, diminuindo a intensidade dos sintomas descritos acima e melhorando a qualidade de vida!


terça-feira, 20 de junho de 2017

O brincar e o desenvolvimento

Dificuldades motoras, de processamento sensorial e de linguagem, podem ser barreiras para um ato tão importante na infância, que é o brincar! Brincando, a criança interage e vivencia experiências importantes para seu desenvolvimento.

Separamos algumas dicas:

• Faça etapas simples, básicas e simples de serem seguidas;

• Para manter ou aumentar a atenção da criança, exagere nos gestos;

• Transforme o brincar em algo natural e divertido, sem cobranças;

• Pode ser que a criança não se interesse por jogos e brincadeiras, busque reforços motivadores;

• Adapte e auxilie;

• Aumente as oportunidades e possibilidades de interação;

E se encontrar dificuldade, fale com um Terapeuta Ocupacional, que é o profissional que poderá orientar e adaptar as brincadeiras!

 

domingo, 18 de junho de 2017

O desfralde da criança com deficiência

Um momento de muitas dúvidas e insegurança é o desfralde. Pode ser difícil saber o momento certo e as etapas a serem seguidas. 

O Terapeuta Ocupacional é o profissional que auxilia e orienta esse processo, avaliando se a criança possui maturação neurológica para início do desfralde.

Alguns sinais também apontam o momento certo, como o incômodo da criança quando está com a fralda suja ou mesmo quando ela sinaliza que vai fazer ou já fez xixi ou cocô.

É importante explicar para a criança todo o processo e leva-la ao banheiro em horários programados, (antes de dormir, ao acordar e ao longo do dia), para que ela se familiarize e se prepare para esses horários.
Vídeos, desenhos e animações também são recursos que auxiliam o processo.

Adaptações no vaso sanitário são muito importantes para que a criança se sinta confortável e segura.

Cada criança tem seu tempo e é necessário persistência e treino para que o objetivo seja atingido!

 

sexta-feira, 31 de março de 2017

Recursos terapêuticos que auxiliam nas posições durante a fisio

Um recurso simples e que utilizamos muito nas terapias são as argolas, que são leves e fáceis para que a criança segure.
A criança que tem dificuldade para se equilibrar ou que apresente algum problema sensorial, precisa de uma referência para sentir o seu corpo em relação ao espaço que ocupa. Quando ela segura a argola e se organiza sensorialmente, conseguimos mantê-la em posição sentada (por exemplo) por muito mais tempo.
Com a organização motora e sensorial, ela se percebe mais, percebe o espaço que ocupa no ambiente e as forças que necessita para se manter na posição.
Com repetição, intensidade e frequência de estímulos corretos, a criança poderá melhorar as posturas.

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Terapia de Integração Sensorial

Em um ambiente adaptado e motivador, a terapia de integração sensorial ajuda a organizar as sensações do próprio corpo (Imagem: www.adu.edu)

A terapia de Integração Sensorial foi desenvolvida pela terapeuta ocupacional A. Jean Ayres durante a década de 1970 na Califórnia, EUA. Ela estudou o comportamento de crianças com dificuldades de aprendizagem que apresentavam alguns sintomas frequentes como déficit de atenção, desordens no planejamento motor e na modulação de informações sensoriais, entre outros. 

A criança com disfunção Integrativa Sensorial (DIS) tem dificuldade em se adaptar de forma eficiente e satisfatória a um ambiente normal, porque seu cérebro não desenvolveu os processos necessários para integrar as sensações daquele ambiente. Por isso, ela necessita de um ambiente que seja estabelecido sob medida para o seu sistema nervoso, que lhe ajudará a integrar sensações até então nunca integradas, permitindo assim a reorganização cerebral.

O princípio central da terapia é fornecer e controlar a entrada de estímulos sensoriais, especialmente o estímulo do sistema vestibular, das articulações, músculos e pele de tal forma que a criança espontaneamente forme as respostas adaptativas que integram todas as sensações.

Na Sala de Integração Sensorial o terapeuta faz uso de recursos como bolas, rolos, colchões, colchonetes, tapetes e materiais texturizados; materiais coloridos e sonoros, bem como e equipamentos suspensos como balanço e rede, entre outros.

Ayres (1988) define a Integração Sensorial como “um processo neurológico que organiza as sensações do próprio corpo e do ambiente de forma a ser possível o uso eficiente do corpo e do meio em que se vive”. 



Nestes últimos anos o GRHAU tem inovado sua metodologia e introduziu a terapia de integração sensorial como coadjuvante no trabalho de prevenção e tratamento de crianças com atraso no desenvolvimento neuro-psicomotor, dificuldades escolares e/ou comportamentais.

Com base em uma avaliação feita pelo terapeuta ocupacional, é elaborado um programa com o objetivo de ajudar a criança a reorganizar as formas de receber, processar e integrar as informações do seu corpo e do meio para transformá-las em ações funcionais, conhecendo mais de si mesmas e das suas possibilidades de interagir e aprender.

Atividades lúdicas fazem parte do tratamento 
(imagem:  www.cortfoundation.org)
A abordagem tem como objetivo promover a integração das sensações, principalmente dos sistemas tátil, vestibular e proprioceptivo. Tudo isso é trabalhado por meio de brincadeiras e atividades lúdicas com a participação ativa da criança, aumentando assim a habilidade de processamento das informações e respostas apropriadas aos estímulos. 

A terapia ocorre em um ambiente aconchegante, organizado, motivador, alegre, rico em materiais e equipamentos (suspensos e de solo), promovendo uma oferta sensorial adequada às possibilidades e necessidades da criança. 

A organização sensorial propicia o desenvolvimento do esquema corporal, maturação dos reflexos, segurança postural, consciência dos dois lados do corpo e planejamento motor.


Comportamentos que, quando associados, indicam a necessidade de uma avaliação de Integração Sensorial:

  • Atraso no desenvolvimento neuro-psicomotor, dificuldade na coordenação motora global e/ou fina, podendo ter alteração de tônus muscular.
  • Cair, esbarrar ou derrubar objetos com frequência.
  • Comportamento hiperativo ou, ao contrário, hipoativo.
  • Reações exageradas ao toque, a certos tipos de roupas, alimentos, a alterações no ambiente, medo de altura e/ou movimento, entre outros.
  • Dificuldade em manter atenção, sentar para fazer a lição e/ou atraso na aprendizagem da leitura e escrita.
  • Dificuldade na realização das atividades de autocuidado.



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