segunda-feira, 28 de janeiro de 2019

Mielomeningocele - os primeiros passos

Vocês precisam assistir este vídeo até o final, tem importantes momentos de tudo o que sempre falamos aqui na página e de tudo o que acreditamos!

A Rafa sempre aparece nos vídeos treinando intensamente a marcha, o equilíbrio, a força muscular e a resistência física, e o resultado está aqui - neste vídeo repleto de significados! 😍😍😍

A Camille, mãe da Rafa, nos enviou o vídeo ontem, tão logo aconteceu. Quando dizemos que somos uma grande família, é isso que estamos reforçando. Estamos juntos com nossos pacientes diariamente, trabalhando, motivando, incentivando, acreditando! Envolvendo a família e valorizando cada uma das grandes vitórias de nossos pacientes! 

É para isso que trabalhamos, é nisso que acreditamos. O coração enche de emoção em momentos como este ❤️

Parabéns, família! Vocês fazem a diferença na vida da Rafa!




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domingo, 27 de janeiro de 2019

Luxação de quadril - sintomas, diagnóstico e tratamento

A luxação de quadril geralmente está associada à pacientes com maior comprometimento motor (GMFCS IV ou V), mas também pode ocorrer em pacientes com menor comprometimento.

O problema gera dor ao paciente e ainda pode contribuir para a evolução de outros problemas ortopédicos.

Os principais sintomas são:

- Dor;
- Dificuldade para fazer a higiene diária;
- Dificuldade de posicionamento.

Além disso, pode contribuir para a evolução da escoliose, devido à alteração no alinhamento da coluna, e gerar contraturas em membros inferiores.

Prevenir é sempre melhor do que tratar depois, já que na maioria das vezes o tratamento é cirúrgico.

O ideal é manter a rotina de terapias, fazer uso de andadores e parapodium de acordo com orientação terapêutica, visitar regularmente o ortopedista e fazer os exames para acompanhamento.





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Refluxo na paralisia cerebral

Sintomas como irritabilidade, dificuldade para dormir ou sono interrompido várias vezes, sialorreia (baba), dificuldade para ganhar peso, tudo isso pode ser sinal de refluxo. 
O refluxo gastroesofágico é o retorno de alimentos e ácidos do estômago até o esôfago, e em alguns casos, até a boca.
O problema pode ser de difícil diagnóstico em crianças com paralisia cerebral, principalmente crianças que não falam ou que não conseguem identificar as dores e o desconforto causados pelo refluxo.
As principais causas do refluxo na criança com deficiência são:
🔸Compressão abdominal resultante de escoliose;

🔸Espasticidade da musculatura abdominal;

🔸Disfagia;

🔸Controle cervical e de tronco insuficiente;

🔸Posicionamento incorreto durante as refeições;

🔸Intolerância ou alergia alimentar;

🔸Anomalia do trato digestivo;

🔸Doenças metabólicas hereditárias;

🔸Permanecer deitado após as refeições ou por tempo prolongado.
O refluxo na criança com paralisia cerebral tem um forte impacto em sua qualidade de vida e em seu desenvolvimento global, com desdobramentos podem ser graves, como citamos abaixo:
✔️Afecções pulmonares e pneumonia de repetição;

✔️Dificuldade para dormir ou sono interrompido;

✔️Desnutrição e anemia;

✔️Pode levar a dificuldades respiratórias, tosse, rouquidão, ou até interrupção da respiração;

✔️Irritabilidade;

✔️Vômitos;

✔️Dor torácica;

✔️Dor abdominal;

✔️Azia (sensação de queimação por trás do diafragma).
O médico que trata o refluxo é Gastropediatra e o diagnóstico pode ser feito através de alguns exames:
🔹Estudo com bário;

🔹Sonda para PHmetria esofágica ou sonda de impedância;

🔹Imagem de esvaziamento gástrico;

🔹Endoscopia digestiva alta.
O Tratamento envolve o trabalho do Gastropediatra, do Fonoaudiólogo e do Fisioterapeuta. Algumas dicas ajudam a melhorar o quadro:
▫️Posicionamento correto durante as refeições;

▫️Controle de tônus muscular;

▫️Líquidos espessados;

▫️Manter a criança sentada por mais tempo após as refeições para arrotar com frequência;

▫️Medicamentos indicados pelo Gastropediatra;

▫️Em casos mais graves, a cirurgia.




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A importância do Ortoptista para a criança com paralisia cerebral

Você sabe o que faz um Ortoptista? Este profissional tem papel importante no processo de reabilitação da criança com paralisia cerebral. 👀

Enquanto o Oftalmologista é o profissional que avalia a refração e as doenças oculares, o Ortoptista é o profissional ligado à reabilitação, que faz o diagnóstico e tratamento dos distúrbios da visão. Se compararmos, seria como dizer que o Ortoptista está para o Oftalmologista assim como o Fisioterapeuta está para o Ortopedista.👁

De forma geral, a Ortóptica trata-se de uma ciência que diagnostica e trata os distúrbios da visão binocular – uso simultâneo dos olhos. E cabe ao ortoptista identificar, quantificar, qualificar e tratar as anomalias da visão.

Além do tratamento ortóptico convencional, o profissional ainda atua nas seguintes áreas:

🔸Estimulação visual;

🔸Adaptação e treinamento de recursos ópticos e não ópticos para pacientes de baixa visão;

🔸Identificação do tamanho adequado de símbolos e letras usados na comunicação alternativa;

🔸Orientação quanto à distância que estes símbolos devem ser colocados para que a criança os identifique;

🔸Contrastes necessários;

🔸Realização de exames não invasivos como, por exemplo, campo visual, ceratometria ou auto refrator.

A indicação de um Ortoptista é feita pelo Oftalmologista ou Neurologista, que pedem o teste ortóptico. Isto acontece quando é notado um estrabismo (desvio ou olho torto), baixa visão, sintomas de cansaço visual, dores de cabeça, entre outras situações.





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Habilidade motora fina e a criança com deficiência

A motricidade fina é a capacidade de realizar movimentos precisos com as mãos e com os dedos, alcançando, agarrando ou manipulando objetos.
Várias ações estão envolvidas neste processo:

✔️Alcançar objetos;

✔️Segurar e transferir um objeto de uma mão para outra;

✔️Soltar intencionalmente um objeto;

✔️Usar as mãos ao mesmo tempo (bilateral) para realizar uma atividade;

✔️Pegar o lápis e ajustá-lo com a mão para conseguir escrever ou desenhar;

✔️Realizar com destreza pequenos movimentos com nossas mãos, de forma precisa, eficiente, com acuidade e sem esforço.

Para a criança com deficiência, todas estas atividades podem ser um verdadeiro desafio e até mesmo comprometer o desempenho escolar e das demais atividades que realiza. Este estímulo deve começar desde cedo pois está atrelado ao desenvolvimento motor global.

O profissional responsável por esta área é o Terapeuta Ocupacional. Aqui no GRHAU nós fazemos muitos atendimentos em conjunto – Fisioterapeuta + Terapeuta Ocupacional – enquanto o Fisio trabalha controle postural e função motora global, o Terapeuta Ocupacional trabalha habilidades motoras finas e função.





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A base para o desenvolvimento motor da criança com deficiência

✔️Falta de coordenação motora;
✔️Tônus muscular alterado;
✔️Postura e alinhamento incorretos ou insuficientes;
✔️Falta de controle muscular;
✔️Falta de equilíbrio;
✔️Movimentos involuntários.

Estes são alguns dos desafios da criança com deficiência para conseguir se movimentar, alcançar posturas e se alimentar. Alguns com dificuldades maiores em alguns aspectos, outros com diferentes desafios.

É o padrão que a criança possui que vai mantê-la nessas dificuldades o tempo todo. É aí que entra o trabalho das terapeutas e as orientações de uso de equipamentos, órteses, extensores, posicionadores, e etc, para enviar os estímulos adequados para o cérebro e promover o desenvolvimento. Sem esta base, a tendência é que os padrões incorretos “vençam” e as respostas não apareçam.

Por isso, é muito importante nunca desistir das terapias, seguir as orientações para os cuidados fora do ambiente terapêutico e respeitar o tempo de desenvolvimento de cada criança!





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Fisioterapia com mais motivação através de jogos interativos

Uma das estratégias para manter os pacientes motivados e interessados nas terapias é a utilização dos jogos. 

Quando adaptados e corretamente adequados para cada paciente, os jogos ajudam no desenvolvimento de habilidades motoras, cognitivas e de comunicação. Além disso, são ótimas oportunidades de colocar em prática tudo o que é intensamente trabalhado nas terapias, ajudando o paciente a superar suas dificuldades de forma divertida, interessante e educacional.

Muitas habilidades podem ser trabalhadas e desenvolvidas:

✔️Coordenação bilateral;
✔️Postura e equilíbrio;
✔️Campo visual e de movimentação;
✔️Consciência corporal;
✔️Coordenação mãos-olhos;
✔️Cruzamento da linha média;
✔️Controle motor e precisão;
✔️Eficiência motora;
✔️Velocidade de reação;
✔️Força da parte superior do corpo;
✔️Função de execução;
✔️Atenção, concentração e comunicação.




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A importância da família nas terapias

Nas férias, muitos primos, irmãos e familiares participam das terapias!

É muito legal quando a família participa, nós estimulamos demais isso. Ao participar das atividades, o familiar entende melhor os desafios e as dificuldades da criança com deficiência. Além disso, o familiar se torna mais ativo no processo terapêutico.

São diversos os benefícios:

- Interfere de forma positiva no desenvolvimento;

- Estimula a interação, a comunicação e a criatividade;

- Atua como agente motivador e encorajador;

- O familiar tem a oportunidade de aprender como ajudar nas atividades diárias;

- Promove a confiança mútua;

- Traz o familiar para o universo do paciente;

- Permite ao terapeuta conhecer um pouco mais sobre a dinâmica da família;

- Fortalece o vínculo;

- Cria um ambiente favorável à troca e ao conhecimento.

- Promove diversão e muitas alegrias!




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sábado, 26 de janeiro de 2019

Fisioterapia na Síndrome de Down

Olívia explorando o espaço, as possibilidades de seu corpo, as ações e reações, as sensações sensoriais e se divertindo muito!
A terapia com criança não tem como ser de outra maneira!
É justamente a sensação de que ela realmente pode se movimentar sem restrições ou limites que vai motivá-la a querer mais. Durante os movimentos ela está se autoconhecendo, se ouvindo e descobrindo novos sons e movimentos.
É através de um planejamento terapêutico personalizado, com situações de estimulação livre, dirigidas e adaptadas às necessidades de cada paciente que as melhores respostas aparecem.



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quinta-feira, 24 de janeiro de 2019

Microcefalia e intervenção precoce

Microcefalia - a importância da estimulação precoce e do envolvimento da família no processo terapêutico. 
A família tem papel importantíssimo neste processo. Aqui no GRHAU nós orientamos os pais a continuarem os estímulos em casa. Eles acompanham a terapia e recebem orientações específicas para as necessidades de seu filho a respeito de posturas e estímulos que devem ser realizados em casa.
No vídeo vocês podem ver a Maria, 10 meses, com diagnóstico de microcefalia, em dois momentos - durante as terapias aqui na GRHAU e em casa, na piscina de bolinhas treinando controle de tronco e cervical, e com a ajuda da mãe, aprendendo a rolar. Em uma das terapias, temos a participação de duas Fisioterapeutas e de uma Fonoaudióloga, mostrando que o trabalho em conjunto proporciona os melhores resultados para o paciente.
Os bebês com microcefalia precisam passar por uma rotina de consultas médicas, exames e avaliações para determinar o nível de comprometimento cerebral, visual, auditivo, motor, entre outros. Além disso são submetidos desde os primeiros dias de vida à intervenção de Fisioterapeuta, Fonoaudiólogo e, em alguns casos, Terapeuta Ocupacional.
A estimulação precoce engloba todos estes estímulos e cuidados para promover o desenvolvimento motor e cognitivo, dentro de um programa de atuação interdisciplinar. O início precoce das terapias é fundamental para o futuro do bebê com microcefalia.
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sexta-feira, 3 de agosto de 2018

Infusão intratecal de baclofeno - principais indicações

A infusão intratecal de baclofeno ou bomba de baclofeno é um método de neuromodulação indicado para melhora de pacientes com espasticidade.

A bomba de baclofeno pode ser testada em pacientes que já tomam o baclofeno via oral e não obtiveram a melhora esperada ou mesmo que tiveram dificuldade em aumentar a dose via oral devido aos efeitos colaterais. 

O baclofeno via oral tem baixa absorção e chega muito pouco onde deveria.

Os principais benefícios da bomba de baclofeno são:  

🔸Melhora da espasticidade;
🔸Diminuição de movimentos involuntários, principalmente em pacientes distônicos;
🔸Ganho de peso devido à economia do gasto energético decorrente da espasticidade;
🔸Ganhos globais.

O procedimento é feito pelo Neurocirurgião e pode ser realizado em pacientes a partir de 3 anos.

Acesse nosso site, leia nosso blog!

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sexta-feira, 27 de julho de 2018

GMFM e GMFCS - a diferença entre as duas escalas de avaliação

GMFM

O GMFM (Gross Motor Function Measure ou Mensuração da Função Motora Grossa) é um instrumento que foi desenvolvido para avaliar as alterações na função motora grossa de crianças com paralisia cerebral.

É uma escala avaliativa e um instrumento de avaliação quantitativo.

A avaliação da função motora grossa é essencial para monitorar e acompanhar o desenvolvimento dos pacientes.

Embora o GMFM tenha sido projetado e validado para crianças com paralisia cerebral, há evidências de que também é válido para avaliação de crianças com síndrome de Down.

Os terapeutas utilizam o GMFM para:

• Monitorar o desenvolvimento do paciente;

• Auxiliar na definição de metas e no planejamento terapêutico;

• Avaliar o resultado das terapias.

Para quem é indicado:

Para avaliar crianças entre 5 meses e 16 anos em qualquer nível motor.

Como é feita a avaliação:

O Fisioterapeuta pedirá para a criança completar uma série de atividades motoras grossas de acordo com a idade e as habilidades de cada paciente.

O GMFM avalia 5 áreas de habilidade motora:

• Deitar e rolar;
• Sentar;
• Rastejar e engatinhar;
• Ficar em pé;
• Andar, correr e pular.

GMFCS

O GMFCS (Gross Motor Function Classification System ou Sistema de Classificação da Função Motora Grossa) é uma escala de classificação de desempenho da criança baseada no movimento iniciado voluntariamente pelo paciente, com ênfase no sentar, nas transferências e na mobilidade, e determina em qual nível funcional se encontram as crianças com paralisia cerebral.

A escala GMFCS está dividida em 5 níveis funcionais:

Nível I: anda sem limitações

Nível II: anda com limitações

Nível III: anda utilizando algum destes recursos: bengalas, muletas e andadores anteriores e posteriores que não apoiam o tronco durante a marcha.

Nível IV: auto-mobilidade com limitações, pode utilizar cadeira de rodas motorizada.

Nível V: é transportado em cadeira de rodas manual.


Depois dos 7 anos a criança não responde mais às terapias? Mito!

Até bem pouco tempo atrás acreditava-se que a partir dos 7 anos de idade a criança com deficiência não respondia mais aos estímulos das terapias, desestimulando muitas famílias e o próprio paciente.

A Neuroplasticidade, também conhecida como plasticidade neuronal, mudou este cenário e mostrou algo que já sentíamos na prática: quando as terapias seguem em um processo contínuo e o paciente se mantém ativo e motivado, o desenvolvimento continua acontecendo e os ganhos aparecendo.

Aqui no GRHAU fazemos os intensivos de Therasuit em crianças, jovens e adultos, e quando o paciente tem indicação para o tratamento, os resultados muitas vezes são surpreendentes, até mesmo em pacientes adultos!

A Neuroplasticidade é a capacidade do sistema nervoso de mudar, adaptar-se e moldar-se em nível estrutural e funcional ao longo do desenvolvimento neuronal e quando sujeito a novas experiências e novos estímulos.



Live com a Dra Patricia Dastoli, Neurocirurgiã, sobre Mielomeningocele

Live com a Dra Patricia Dastoli - Neurocirurgiã. Falamos sobre novidades a respeito da Mielomeningocele, cirurgia a céu aberto, derivação ventricular e hidrocefalia

Wii Terapia - A realidade virtual promovendo resultados terapêuticos


Fazer parte de um ambiente sintético tridimensional que busca representar ao máximo a sensação de realidade e ainda interagir com ele – é isso que acontece em uma sessão de Wii Terapia, que busca resultados terapêuticos através da realidade virtual.

A gente nem precisa falar o quanto nossos pacientes amam!

Através deste ambiente interativo é possível desenvolver habilidades, brincar e aprender! Além disso, muitos outros aspectos importantes para o desenvolvimento do paciente são trabalhados:

- Melhora da postura;
- Amplitude de movimentos;
- Equilíbrio;
- Força muscular;
- Estímulo cognitivo;
- Melhora da percepção visual;
- Melhora da qualidade do movimento;
- Motivação.


sexta-feira, 4 de maio de 2018

Treino de marcha com as bengalinhas

O treino de marcha com as bengalinhas é intermediário entre o uso do andador (que oferece mais suporte e apoio) e o andar independente.
O andar com a bengalinhas é um ato complexo e que exige muito da criança, são várias ações sincronizadas e que dependem de força, equilíbrio e coordenação motora. A criança começa a sentir que para se locomover, todas as ações são dela, é ela quem está no comando.
Aos poucos vai aumentando a confiança, a força e o equilíbrio e as ações se tornam automáticas, aspectos importantes para a aquisição da marcha independente!
Muitas pessoas nos perguntam onde compramos as bengalinhas e aqui vai o contato: site especialneeds.com, procurem por walk easy.

quinta-feira, 3 de maio de 2018

Estimulando o paciente a ficar em pé sozinho

Quando alternamos os estímulos entre o parapodium, o andador, e o ficar em pé durante as terapias ou outras atividades, estamos proporcionando diversos estímulos dentro de uma mesma posição, exigindo mais ou menos de determinados grupos musculares e da organização sensorial.

Esta posição em que o Ben se encontra é muito utilizada por nós durante as terapias, pode representar os primeiros momentos em pé sem o auxílio de muitos recursos e também permite que a criança tenha liberdade avançar um pouco e experimentar a posição sem o apoio das costas!


quarta-feira, 2 de maio de 2018

Mesmo com todos os cuidados as alterações na coluna apareceram?

A lordose, a escoliose ou a cifose aparecem de forma multifatorial, ou seja, podem envolver posicionamento inadequado, tônus muscular, falta de terapias, alterações neuromusculares, e etc, e mesmo com muitos cuidados, os problemas podem aparecer.

Quando isso acontece é muito importante verificar quais os cuidados precisam ser reforçados e qual será a conduta médica e terapêutica para impedir que o problema piore.

O aparecimento de algum desvio é momento de alerta e não se pode desistir dos cuidados!

É importante diagnosticar rapidamente e promover as mudanças necessárias para que um pequeno desvio não se transforme em um complexo caso cirúrgico!

As 5 dúvidas mais comuns sobre os intensivos de Therasuit

1- O tratamento é o mesmo em todas as clínicas? Não, embora os recursos sejam os mesmos, o tratamento depende da atuação do terapeuta, de sua experiência e vivência com o método.

2- Qualquer paciente pode fazer o intensivo de therasuit?
Não, é necessário passar por uma avaliação antes para sabermos se há indicação para o tratamento. Existem algumas contraindicações: como luxação de quadril, escoliose acentuda, doenças degenerativas, e etc.

3- Qual a idade mínima para fazer o intensivo?
Em média, 2 anos de idade.

4- Quantos intensivos são necessários?
Depende de cada paciente. Geralmente, são 2 ou 3 intensivos por ano, o que dá uma média de 4 a 6 meses de intervalo entre um intensivo e outro.

5- É possível dar continuidade ao tratamento? Sim, orientamos os terapeutas sobre a continuidade do tratamento e alinhamos os objetivos com a equipe.


segunda-feira, 9 de abril de 2018

A Plataforma Vibratória como Recurso Terapêutico

A plataforma vibratória é um recurso muito utilizado nas terapias diárias e nos intensivos de Therasuit.

A vibração da plataforma ativa músculos e tendões, melhorando a amplitude dos mesmos. O resultado é mais força muscular e menos encurtamentos.

Com os músculos e os tendões mais alongados torna-se mais fácil trabalhar a posição sentada, em pé, e a função de pernas, braços e mãos.

Além disso, a vibração é capaz de atingir grupos musculares mais difíceis de serem trabalhados nas terapias convencionais.

Aqui estão mais alguns benefícios importantes:

• Auxilia na graduação de tônus;
• É um potente estímulo ósseo, prevenindo a osteoporose;
• Trabalha intensamente a propriocepção, já que a vibração pode ser sentida no corpo todo.

Quando a criança recebe estes estímulos passa a sentir melhor seu próprio corpo, inclusive regiões que ela não está habituada a sentir (principalmente quando apresenta deficit sensorial) passando a se movimentar mais e a ajudar em todo o processo de reabilitação.


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