terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Meu filho vai andar?

Um questionamento muito comum por parte dos pais é sobre o filho poder andar sozinho no futuro. 

Sempre procuramos mostrar que há muito mais a ser feito além do treino de marcha! 

Quando a criança recebe os tratamentos adequados e a estimulação correta, ela certamente atingirá todo o seu potencial de desenvolvimento, que pode incluir a marcha independente. Mas é muito importante trabalhar a criança como um todo - cognitivo, sensorial e motor, desenvolvendo uma forma de comunicação e também a alfabetização. 

Muitas vezes, a família fica tão focada na parte motora, que deixa de investir em outras áreas igualmente importantes, como a comunicação, a alfabetização e todos os recursos que proporcionam independência, afinal, existem muitos adultos com deficiência que estudam e trabalham, independente de andar ou não! 

Entendemos a preocupação, a ansiedade e a busca por respostas, mas muitas vezes, a criança mostra tantos avanços em outras áreas, que acabam parecendo menores do que o andar, mas são tão importantes quanto!

 

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Endereço novo a partir de 06/03!

Estaremos em um espaço maior e com ainda mais recursos! Anote aí e venha fazer uma visita!

 

A evolução do Ben!

O Ben está conosco há aproximadamente 4 meses e nesse período ele evoluiu muito! 

Trabalhamos intensamente o controle cervical e de tronco; desafiamos o Ben em diferentes posturas e superfícies instáveis para que ele possa melhorar o equilíbrio também.

Com a melhora do controle cervical e de tronco, pudemos explorar as habilidades de braços e mãos, incentivando-o a pegar objetos e brinquedos.

Estimulamos a independência para que ele pudesse explorar novos movimentos sozinho principalmente através de brincadeiras, recursos visuais e sonoros!

Para ele é brincadeira, mas nós temos objetivos terapêuticos muito bem definidos!

 

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Os intensivos de Therasuit para pacientes de outras cidades

Recebemos muitos pacientes de outros Estados e outras cidades, que vêm para os intensivos de Therasuit, que têm duração de 4 semanas, com 3 horas de terapia por dia.

As famílias passam esse período conosco e aproveitamos para orientar quanto ao uso de órteses, talas, parapodium, andadores, e etc, assim, as crianças retornam as suas cidades com orientações de como dar continuidade ao tratamento até que possam retornar para mais um intensivo. Geralmente fazem 2 ou 3 intensivos de Therasuit por ano.

A avaliação é feita no primeiro dia de atendimento; antes disso, conversamos com a família e solicitamos informações, laudos de exames e vídeos para que possamos analisar cada caso.

As famílias geralmente se hospedam em hotéis ou flats próximos à clínica.

Para obter mais informações ou agendar uma avaliação, entre em contato conosco: (11) 5579-7909.

 

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

9 fatores que otimizam os resultados do Therasuit

Já falamos que, embora o Therasuit seja um método, ele não é o mesmo para todas as crianças! 

Alguns fatores fazem toda a diferença para o sucesso do intensivo! E a soma desses fatores é base para que a criança tenha todo o seu potencial adequadamente trabalhado! 

Destacamos alguns desses fatores abaixo:

  • Entendimento da criança como um todo, enxergando toda a sua potencialidade de desenvolvimento motor, cognitivo, sensorial e emocional;

  • Experiência e formação dos terapeutas;

  • Recursos terapêuticos disponíveis na clínica para que cada criança receba os estímulos corretos e os resultados sejam potencializados;

  • Habilidade do terapeuta para lidar com as diversidades, dificuldades, desafios e peculiaridades de cada diagnóstico;

  • Atendimento multidisciplinar, e entendimento de que uma área pode estar ligada à outra;

E antes de tudo, o terapeuta deve pautar seu trabalho para que possa, dentre outras atividades:

  • Estabelecer uma linha de comunicação com a criança;

  • Estimular a independência da criança;

  • Reforçar a segurança e a autoconfiança da criança;

  • Mostrar para a criança que ela é capaz!

Além disso, é importante inserir a família no contexto terapêutico, acolhendo, entendendo e orientando a família, levando em consideração as expectativas, a ansiedade, as dúvidas e insegurança.

 

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Tire suas dúvidas sobre o Therasuit

Listamos as principais dúvidas sobre o Therasuit. Se você tiver mais alguma, comente neste post que responderemos!

* Qual a duração do Therasuit?
Na maioria das vezes fazemos os intensivos em 4 semanas, com 3 horas de terapia por dia. Em alguns casos, podemos fazer em carga horária menor, por exemplo, 2 horas por dia.

* Qual a idade mínima?
Por volta de 2 anos de idade, mas podemos começar antes na forma de terapias com 30 min ou 1 hora de duração, algumas vezes por semana.

* Criança com quadril luxado pode fazer?
Não. 

* Crianças com doenças degenerativas podem fazer?
Não, pois pode piorar o quadro.

* Para quem é indicado?
Crianças, jovens e adultos com paralisia cerebral, mielomeningocele, autisto, síndrome de down e atraso neuromotor.

* Crianças com gastrostomia e|ou traquestomia podem fazer?
Depende do estado de saúde da criança. Conversamos com os médicos e fazemos uma avaliação cuidadosa para sabermos se a criança vai se beneficiar ou não.

* Os pais podem acompanhar as terapias?
Sim!

* O tratamento é individual?
Sim, embora tenha uma metodologia, cada criança encontra-se em um estágio de desenvolvimento e precisa de estímulos individuais e personalizados.

* Quais os resultados?
Os resultados dependem do desenvolvimento de cada criança, geralmente há desenvolvimento motor global e melhora de alinhamento e alongamento, porém, por se tratar de um atendimento individualizado, cada criança apresentará avanços únicos.

* Como saber se meu filho tem indicação?
Através de uma avaliação presencial. Nessa avaliação podemos solicitar o contato dos médicos e terapeutas da criança.

* De quanto em quanto tempo deve-se repetir o intensivo?
De 2 a 3 vezes por ano.

Tem mais alguma dúvida? Fale com a gente!


 

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

As 12 dicas para inclusão escolar da criança com paralisia cerebral

A criança com deficiência não vai à escola somente para socialização! Por isso escrevemos essas dicas, para que todos saibam das possibilidades de crescimento, desenvolvimento e interação.

• Conhecer o histórico terapêutico, escolar e pessoal da criança;

• Estabelecer uma forma de comunicação que possibilite as respostas da criança;

• Fortalecer vínculo afetivo para proporcionar segurança para a criança;

• Usar material concreto e com imagens;

• Envolver todos os sentidos da criança para que ela possa vivenciar conteúdos, seja através de sons, imagens, texturas, temperaturas, e etc;

• Socializar por meio de brincadeiras para que todos possam participar;

• Estimular o contato com os colegas;

• Permitir que a criança expresse seus sentimentos e emoções;

• Em alguns casos é necessário trabalhar com repetição e frequência de atividades para auxiliar na memorização;

• Estabelecer limites e também conhecer e respeitar os limites de cada criança;

• Verificar se a criança tem alguma restrição médica que impossibilite a realização de atividades dentro ou fora do ambiente escolar;

• Adaptar conteúdos, materiais e atividades para que a criança tenha acesso a tudo.

 

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

A comunicação alternativa para crianças com deficiência

A Comunicação Alternativa é a área da Tecnologia Assistiva que tem o objetivo de iniciar ou aumentar o repertório de comunicação de crianças que não falam, não escrevem ou possuem uma defasagem entre a maneira como se comunicam e a necessidade que têm de se comunicar.

Os recursos de comunicação mencionados abaixo são definidos de acordo com a necessidade de cada paciente:

* cartões de comunicação com símbolos, fotos ou figuras;

* pranchas alfabéticas com alfabeto, sílabas ou palavras;

* vocalizadores com fotos ou imagens que permitem a gravação de voz de um adulto, que é acionada quando o paciente toca na imagem;

* tablets com programas de comunicação;

* equipamentos de leitura ocular, em que o paciente pode fazer escolhas, formar palavras e frases com os olhos. O movimento dos olhos é "lido" por um sensor.

* acionadores que podem ser ligados em brinquedos, computadores, tablets e outros equipamentos, e permitem que a criança ligue ou desligue, acione um brinquedo ou faça escolhas em um computador.

Além dos recursos, é necessário escolher os programas de comunicação:

* PCS (Picture Communication Symbols) é um dos sistemas mais utilizados no mundo. Possui desenhos simples e de fácil reconhecimento. O PCS está disponível no Boardmaker.

* Boardmaker é um programa exclusivo para a criação de pranchas de comunicação alternativa;

* Speaking Dynamically Pro é um software que permite a emissão de voz assim que a escolha de um símbolo é feita;

* PODD é um método de comunicação alternativa voltado para pessoas com necessidades complexas de comunicação.

Estabelecer uma forma de comunicação precoce é oferecer à criança uma oportunidade expressar seus sentimentos, suas vontades, seus incômodos e suas ideias. Auxilia demais em todo o processo de reabilitação e, quando a criança entra em idade escolar, é uma ferramenta poderosa para iniciar a alfabetização!
 

Fotos: Clik Assistiva
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