quinta-feira, 25 de abril de 2013

Encontro Marcado na Reatech

Reatech 2013 (imagem: divulgação)

Na semana passada, em que aconteceu a Reatech em São Paulo, a equipe do Grhau organizou-se para visitar os stands e assim refletir sobre as diversas propostas que esta feira trouxe.

Foram momentos de grandes encontros com expositores que já são nossos parceiros e outros que puderam apresentar novos equipamentos e soluções que podem ajudar em nosso trabalho.

Alguns softwares para facilitação da comunicação foram avaliados por nós e se mostraram interessantes, bem como para as famílias de nossos clientes, em especial o “Que Fala” e o “Livox”.


Estamos em processo de uma avaliação mais focada, bem como fazendo escolhas para utilização dos mesmos. Acreditamos que muitas questões e necessidades de esclarecimentos aconteçam quando estes aplicativos passam a ser utilizados. 

Se você deseja compartilhar sua experiência, sinta-se bem-vindo. Sua opinião será de grande ajuda para todos.

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Menino com distrofia muscular vive aventuras em ensaio fotográfico muito criativo


No ensaio, Luka voa junto com o fotógrafo Matej Peljhan na liberdade da imaginação, e concretiza seus sonhos

Hoje em dia surgem cada vez mais novos recursos para ajudar pessoas com deficiência neuromotora a realizar atividades do cotidiano. Além dos progressos obtidos com as terapias de reabilitação, cadeiras de rodas especiais proporcionam desfrutar um banho de mar, roupas e sapatos auxiliam os movimentos e permitem aos usuários viver aventuras antes impossíveis como andar, praticar esportes e por aí vai. Mas, quando mesmo com estas inovações tecnológicas, a limitação do corpo ainda não permite se concretizar certos sonhos?

terça-feira, 23 de abril de 2013

Exposição do Dia do Índio no pátio do Grhau




Olá pessoal!

Na última sexta-feira nossos alunos apresentaram uma linda exposição sobre o Dia do Indio. O pátio do Grhau se transformou por algumas horas em uma tribo indígena cheia de curiosidades, maquetes, trabalhos artesanais e informações sobre os costumes dos índios brasileiros.

O dia ensolarado destacou ainda mais as cores vibrantes da cultura indígena, representada em muitos trabalhos artesanais.

Confiram que trabalho maravilhoso feito com muito esforço e carinho por todo o grupo!

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Trabalhando com o coração

Olá amigos!

Abaixo estamos compartilhando uma reportagem feita com a ONG Trasnformar em março de 2007.

A Transformar é uma ONG que nasceu do Grhau, e com essa longa parceria  foi possível viabilizar projetos ousados, como foi a escola especial no passado. Dando continuidade à escola, foi criado o projeto das oficinas de artes, que ajudou muitos jovens que não conseguiram ingressar em escolas regulares. Através das artes, como música, dança, artes plásticas, teatro e oficina de produção, eles conseguiram exercer sua cidadania e descobrir seus talentos. Hoje, estes projetos continuam exclusivamente com a Transformar.


Em 31 de março de 2007, o trabalho dessa parceria da Transformar com o Grhau foi reconhecido em uma reportagem do programa Ação da Rede Globo. O texto abaixo é uma transcrição adaptada do vídeo da reportagem:


Trabalhando com o coração 


A fisioterapeuta Valéria Guerreiro e os pacientes durante as terapias
Nós vamos conhecer algumas iniciativas para dar mais qualidade de vida a crianças com algum tipo de deficiência. O primeiro exemplo vem de São Paulo. Há sete anos, uma clínica particular abriu as portas para crianças e jovens com distúrbios neuromotores, que não podem pagar pelo tratamento integral. Assim nasceu a ONG Transformar, que leva ao pé da letra o nome da instituição.

segunda-feira, 15 de abril de 2013

ReaTech 2013 traz inovações em reabilitação, inclusão e acessibilidade




Na próxima quinta-feira começa aqui em São Paulo a ReaTech, XII Feira Internacional de Tecnologias em Reabilitação, Inclusão e Acessibilidade. O evento apresenta produtos, serviços e inovações tecnológicas para melhorar a qualidade de vida das pessoas com algum tipo de deficiência, que já somam um total de 46 milhões de brasileiros. 

terça-feira, 9 de abril de 2013

Depoimento de Helena Maranhão, ex-paciente do Grhau


Olá, pessoal!
Lembrando dos 30 anos de história do Grhau, convidamos alguns pacientes que por aqui passaram a deixar um depoimento sobre a importância do Grhau em sua trajetória de reabilitação. Hoje dividimos com vocês o relato da Helena Horta Maranhão, que foi nossa paciente na década de 1990. Enviamos a ela também nosso agradecimento, por prontamente nos ter enviado o texto que se segue:


GRHAU: Uma Clínica



Em 1990, aos 9 anos de idade, mudei de escola, saí da Escola do Quero-Quero e tive que procurar um lugar para continuar a fazer as minhas terapias para me reabilitar. Por indicação da Ana, que tinha sido minha colega na escola Quero-Quero, conheci a clínica GRHAU – Grupo de Reabilitação e Habilitação Unificado. Cheguei à clínica bem receosa, embora tenha simpatizado muito com o local.
Fui recebida pela fisioterapeuta Janice, que me avaliou do ponto de vista físico. Por minha mãe, depois descobri que ela já havia trabalhado comigo antes, quando eu era bebê, na clínica da Ely Koegler.

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Grhau: 30 anos integrando indivíduo, família e sociedade


Equipe de terapeutas do Grhau, durante festa de comemoração dos 15 anos da Clínica

No último dia 28 de março, o Grhau, Grupo de Reabilitação e Habilitação Unificado, completou 30 anos de existência, dedicando-se desde seu início à criança com disfunção neuromotora. Para acolher esse paciente, conhecê-lo e ajudá-lo no seu processo de reabilitação. Para lembrar um pouco desses 30 anos de muitas histórias, as coordenadoras que estão há mais tempo na Clínica contam para nós alguns dos princípios que nortearam esse trabalho ao longo dessas três décadas de muito trabalho e aprendizado.

Além de agregar os novos recursos de tecnologia e novas metodologias, sempre houve uma preocupação em ter um olhar enriquecido para o paciente. Como explica a fisioterapeuta Janice Ortiz, uma das coordenadoras, presente na clínica desde a sua fundação: “A primeira coisa que a gente agregou, lá nos primórdios, entre 1983 e 1984, foi o que a gente chamava de terapia integrada, de fazer a Fisioterapia, a Fonoaudiologia e a Terapia Ocupacional juntas. Porque a gente achava que a criança não podia ser vista em partes, que ela era um todo, e era preciso haver uma somatória de olhares para conseguir trazer para ela o que havia de melhor”.

terça-feira, 2 de abril de 2013

O que é a prática educacional inclusiva?


Em comemoração ao Dia Mundial da Conscientização do Autismo, publicamos abaixo um texto retirado da Cartilha da Inclusão sobre o autismo com informações muito enriquecedoras sobre a prática educacional inclusiva, que ainda necessita de importantes avanços no Brasil:


Educação inclusiva significa que cada criança tem a oportunidade de aprender em escola de sua escolha. Todas as crianças são bem-vindas para a escola e irão aprender juntas em uma sala de aula regular.

A educação inclusiva se concentra na implementação das melhores práticas para crianças com necessidades especiais dentro da sala de aula regular. Dentro de salas de aula inclusivas, todas as crianças têm a oportunidade de interagir e aprender com seus pares.

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Dia Mundial da Conscientização do Autismo



Dia 2 de abril é comemorado como o Dia Mundial da Conscientização do Autismo, uma síndrome que atinge quase 2 milhões de brasileiros. Estima-se que em todo o mundo existam mais de 70 milhões de pessoas com autismo. Em crianças, esta síndrome é mais comum que o câncer, a AIDS e o diabetes.

O Autismo Infantil foi descrito em 1943 pelo médico por Kanner, que identificou crianças que apresentavam prejuízos nas áreas da comunicação, do comportamento e da interação social. Ele percebeu que se tratava de uma condição única e não pertencente ao grupo das crianças com Deficiência Mental.  O nome Autismo chama atenção para o prejuízo severo na interação social, muito evidente desde o início da vida desses pacientes.

Além de receber alunos com deficiência, escolas precisam acolhê-los


Imagem: Agência Brasil

Por lei, todas as escolas do país devem aceitar alunos com deficiência ou com doenças crônicas. Nos últimos quinze anos, houve grandes avanços nesse sentido: o número de matrículas de estudantes especiais em escolas regulares passou de 43,9 mil em 1998 para 558 mil em 2011.

Mas a realidade mostra que receber estes alunos na escola é apenas o primeiro passo e ainda há muito a ser feito. É preciso também que a escola os acolha e consiga atender satisfatoriamente suas necessidades especiais de aprendizagem. Mas nem sempre o professor e a escola recebem a formação necessária para esse desafio. Por isso, especialistas concordam que a formação de professores para cuidar desses alunos com necessidades especiais é ainda um dos maiores desafios para se alcançar a educação inclusiva.

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